
CANÇÃO DA ESPERA
Nas formas dos meus sentidos
D’onde vêm a minha essência,
Baila os teus cabelos compridos
Sem forma e nem aparência.
No infinito onde te guardo,
A rogar por teu amor eterno
Carrego as costas o meu fardo
A não descumprir o amar sincero.
Como os ventos você me passa
Sem me enxergar aqui na terra,
E como se eu fosse uma farsa
Bem lá ao sul você se encerra.
Nesses ventos em contra mão
Estão os meus olhos a cegar,
E dentre o meu corpo o coração
Só te guarda à hora de chegar.
E como a esperança é sem fim,
Eu vou ti esperar por todo o tempo...
Que você se esbarre sobre mim
Dentre os séculos em movimento.
(Poeta Dolandmay)
Quanta entrega há nessa espera, Poeta! Versos vindo de uma alma pura, plena em amor sincero. Iluminada seja, sempre e sempre a sua inspiração! Beijo-te!
ResponderExcluirWalter, praserozo visitar seu blog, por aqui sobeja inspiração derramada em versos apaixonados, saídos dessa alma sua, essa musa só pode mesm o viver nas nuves!
ResponderExcluirParabéns pelo bom gosto, seu blog é show!
Bjs no coração
Diná