sexta-feira, 17 de abril de 2009
Enquanto houver a esperança
Estarei a te esperar... meu Amor
Vai, guardarei de ti lembrança...
Um dia, vou ter-te de volta, minha flor
Eu te Amo! minha vida
Por Amar-te tanto, pode partir
Ficarei aqui, querida...
Amo teu Amor, és meu existir...
Sei que não fui quem esperava
Que nunca estive presente
E tú, sempre dizendo que me amava
Ai! querida, não consente...
Esta minha vultosa existência
De não ter no coração nenhum pudor
Sem fazer de ambos, uma essência
Agora fico aqui, com minha dor
Vai, quero ver-te feliz!
Um dia vou te encontrar...
Quero que esqueças o que fiz
Que o meu ser, te fez chorar
Hoje, de mim, só resta o quebranto
Do Amor que tive mas não possuí
No coração, apenas o pranto...
Da vida que queria viver, mas não viví...
(Poeta- Dolandmay)

Menina Rosa
É tão doce esta menina
Rostinho lindo de encantar
Um olhar que extasia, e domina
Como as lindas noites de luar
Olhar de vida, olhar de Amor
Bela donzela, és como a natureza
Surgiu radiante abrindo-se em flor
Rosa vermelha, de rara beleza
Corpo de fascinar, uma pintura
Porte de princesa, astro brilhante
Fronte altiva, linda e pura
Cor de pecado, és fascinante
Teu cheiro é bem sedutor
És aroma de pura beleza,
Fogo ardente, não tem pudor
Creme de pele, uma leveza
Em ti, respiras a louca paixão
Que estonteia, e fascina
Faz pulsar forte o coração
Como brisa pelegrina...
Teu Amor não podes entregar
Não tem causa, és pranto sem dor
Como espírito, não podes Amar,
Pois é rosa, Rosa do Amor.
(Poeta- Dolandmay)
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